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Notícias:

CAP e Anipla debatem «Alterações Climática

No próximo dia 7 de outubro a Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) e a Associação Nacional da Indústria para a Proteção das Plantas (ANIPLA) organizam um Webinar subordinado ao tema «Alterações Climáticas e Novos Problemas Fitossanitários». O debate tem tem início pelas 10 horas e o programa pode ser consultado aqui.

Esta iniciativa pretende debater a influência das alterações climáticas na agricultura, nomeadamente ao nível dos problemas fitossanitários e consequente efeito ao nível da produção e como articular a disponibilidade de ferramentas aos agricultores com as metas definidas pelo Pacto Ecológico Europeu e as suas Estratégias (Biodiversidade e do Prado ao Prato).  

 O evento irá decorrer no formato de mesa redonda, moderada pelo Engº José Alberto Pereira, docente do Instituto Politécnico de Bragança e Presidente da APH.  

São convidados Ana Paula Carvalho, Sub-Directora Geral da Direcção Geral de Alimentação e Veterinária, Filipe Duarte Santos, Presidente do Centro Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável, Pedro Fevereiro, Director Executivo do InovPlantProtect, Gonçalo Baptista, vogal da Direcção da CAP e responsável técnico da Quinta da Fadagosa e Richard Borreani, membro da Comissão de Agricultura Sustentável da ANIPLA.  

A abertura e o encerramento estarão a cargo respectivamente de Luís Mira, Secretário Geral da CAP e de Felisbela Campos, Presidente da ANIPLA, respectivamente.

As inscrições são gratuitas mas obrigatórias e devem ser efectuadas aqui.

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Abertas candidaturas para mestrados da ESA

 A quarta fase de candidaturas aos mestrados da Escola Superior Agrária do Politécnico de Coimbra (ESAC-IPC) está aberta até ao próximo dia 18 de outubro.

Estão abertas as candidaturas para os mestrados enas seguintes áeras: Agricultura Biológica; Desenvolvimento Sustentável; Engenharia Alimentar; Gestão Ambiental; Gestão de Empresas Agrícolas; e Recursos Florestais.

Mais informações sobre a oferta formativa e relacionadas com as candidaturas aqui.

Os resultados das candidaturas serão divulgados até 25 de outubro.

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Aberto período de candidaturas para inovaç

Foi publicada a abertura do Anúncio de Candidatura N.º 06 Operação 20.2.4/2021, Área 4 - Observação da agricultura e dos territórios rurais, Área Temática Inovação da Rede Rural Nacional, destinado a apoiar operações desenvolvidas no âmbito do plano de ação da Rede Rural Nacional (RRN) e o seu respetivo financiamento. As candidaturas podem ser efetuadas no portal do PDR 2020, até ao dia 19 de Novembro de 2021.

Financiado pelo Programa de Desenvolvimento Rural PDR 2020, no âmbito do Plano de Ação da Rede Rural Nacional, o concurso tem como objetivos e prioridades:

a) Contribuir para a boa aplicação, acompanhamento e avaliação das medidas de política de desenvolvimento rural;

b) Promover a participação e o trabalho conjunto entre os agentes do desenvolvimento rural;

c) Transferir boas práticas e novos conhecimentos para qualificar a intervenção dos agentes de desenvolvimento rural.

A área de intervenção a apoiar é a prevista na alínea c) do n.º1 do artigo 3.º da Portaria n.º 157/2016, de 7 de junho “Observação da agricultura e dos territórios rurais”, para a área temática Inovação definida no Plano de Ação da Rede Rural Nacional e para os seguintes temas prioritários, abordados pelos Grupos de Trabalho da Rede Rural Nacional, e também considerados na Agenda da Inovação para a Agricultura 2020-2030| Terra Futura (RCM nº 86/2020, de 13 outubro):

I. Alimentação sustentável e promoção da saúde animal e sanidade
vegetal;

II. Alterações Climáticas – Mitigação e adaptação;

III. Agricultura circular e digital;

IV. Territórios sustentáveis;

V. Revitalização das zonas rurais

VI. Organização e promoção da produção;

VII. Transição agro energética

Nos casos dos Centros de Competências, as áreas de intervenção a apoiar são as definidas pelas respetivas Agendas de Inovação.

Mais informações em Anúncio de Candidatura N.º 06 Operação 20.2.4/2021.

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ACOS prepara sessão de esclarecimento sobr

 A ACOS - Associação de Agricultores do Sul vai realizar no próximo dia 1 de Outubro, via Zoom, a partir das 10h00, uma sessão de esclarecimentos intitulada “Agricultura de Precisão – Preparar a Campanha!”.

Serão intervenientes no evento Luís Alcino Conceição, docente do Instituto Politécnico de Portalegre (Projeto INOVTECHAGRO), e Manuel Patanita, docente do Instituto Politécnico de Beja.

A participação no evento é gratuita - transmitido via Zoom a partir das instalações da ACOS - mas carece de inscrição.

Clique na ligação para aceder à FICHA DE INSCRIÇÃO

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Semana Mundial de Sensibilização para os A

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), Organização Mundial da Saúde Animal (OIE)  e a Organização Mundial da Saúde (OMS) – anunciaram o tema para a Semana Mundial de Sensibilização para os Antimicrobianos 2021 (WAAW 2021), que decorrerá de 18-24 de novembro – ‘Promova a consciência, pare a resistência’.

A campanha WAAW 2021 incentivará as partes interessadas, incluindo reguladores de políticas, provedores de cuidados de saúde e o público em geral a reconhecer que todos podem ter um papel ativo para a Consciencialização/Sensibilização sobre Resistência Antimicrobiana (AMR).
Os participantes são incentivados a informar sobre a Resistência Antimicrobiana, a partilhar testemunhos sobre as suas consequências e a demonstrar como os cuidados de prevenção praticados a diversos níveis, seja na sociedade, nas famílias ou entre profissionais e comunidades afetam a disseminação da AMR.

Mais informações aqui.

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Os alimentos e as alterações climáticas

Como na maioria das coisas relacionadas com o ser humano, os alimentos que comemos também vêm com um custo de carbono. A lavoura do solo, o transporte de culturas e gado, a gestão do estrume e todos os outros aspetos da produção alimentar global geram emissões de gases com efeito de estufa (GEE's) na ordem de mais de 17 mil milhões de toneladas métricas por ano, segundo um novo estudo publicado na Nature Food.

Os alimentos de origem animal são responsáveis por 57% dessas emissões, e os de origem vegetal perfazem 29%. Os investigadores esperam que a repartição detalhada do documento sobre o quanto cada prática agrícola, produto animal, cultura e país contribui para as emissões de carbono possa ajudar a concentrar e afinar os esforços de redução.

Novos estudos

Embora estudos anteriores tenham estimado as emissões da agricultura, os autores dizem que este trabalho é mais detalhado e abrangente. Utiliza dados sobre 171 culturas e 16 produtos animais de mais de 200 países, juntamente com a modelação por computador, para calcular as quantidades de dióxido de carbono, metano e óxido nitroso que são contribuídas por elementos individuais do sistema alimentar global, incluindo o consumo e a produção.

Os resultados alinham com outras investigações, diz Liqing Peng, uma modelista alimentar e agrícola do Instituto de Recursos Mundiais, que publicou o seu próprio relatório sobre emissões agrícolas em 2019. A estimativa das emissões totais do novo estudo está no lado mais elevado da gama dos anteriores, afirma.

Isto deve-se, em parte, ao facto de incluir dados sobre práticas de gestão de terras agrícolas, tais como irrigação e plantação, bem como atividades fora da exploração agrícola, como o processamento e a embalagem - números que são difíceis de obter. "É realmente importante obter o maior detalhe possível sobre estas desagregações" para saber onde concentrar a investigação e as políticas de redução de emissões, acrescenta Peng.

Alimentos com mais emisões

Dos produtos alimentares que o estudo examinou, a produção de carne de bovino foi o maior contribuinte para as emissões por uma larga margem, representando 25% do total. Entre os produtos de origem animal, seguia-se o leite de vaca, carne de porco e de frango, por essa ordem. Na categoria das culturas, a orizicultura (cultivo do arroz) foi o maior contribuinte - e foi o segundo maior contribuinte entre todos os produtos, representando 12% do total.

A classificação relativamente elevada do arroz provém das bactérias produtoras de metano que prosperam nas condições anaeróbias dos arrozais inundados. Depois do arroz, as maiores emissões associadas à produção vegetal provêm do trigo, da cana-de-açúcar e do milho.

O estudo também decompôs as emissões causadas por vários aspetos da produção e consumo de alimentos. As atividades agrícolas, tais como a lavoura do solo ou a utilização de outros tipos de equipamento - juntamente com a conversão de terras de florestas ou outras paisagens naturais em pastagens e terras de cultivo - foram responsáveis, coletivamente, por dois terços das emissões.

Fonte: tempo.pt

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A telemática ao serviço da agricultura dig

De que forma a Localização e Gestão de Frotas através de GPS pode ajudar empresas a operar no setor agrícola.

A digitalização da agricultura é um tema largamente discutido pelos vários agentes do setor agrícola há vários anos e é por muitos apontada como um vetor de crescimento e como a resposta aos desafios que se colocam ao setor agrícola.

Aplicações agrícolas de precisão baseadas em GPS têm sido utilizadas para a preparação de explorações agrícolas, mapeamento de regiões, amostragem de solos, orientação de tratores entre ouras funcionalidades.

Hoje vamos abordar de que forma a localização e gestão de viaturas através de GPS aplicada a tratores e outras máquinas agrícolas, pode desempenhar um papel e ajudar a tornar as empresas deste setor mais competitivas.

Localização GPS para o setor agrícola. Como pode ajudar?

A vasta quantidade de terras e máquinas utilizadas na agricultura pode tornar difícil para os gestores manter o controlo de todos os veículos e ativos agrícolas. Máquinas e ativos perdidos têm um custo enorme para uma indústria que já enfrenta condições voláteis e riscos que vão além do controlo humano.

A localização e gestão através de GPS de frotas agrícolas vai muito além da simples localização no mapa, uma vez que permite ao gestor agrícola ter visibilidade sobre a atividade das equipas no campo, sem ter que estar necessariamente presente nas explorações agrícolas, podendo ajudar a tornar máquinas agrícolas, equipas de trabalho, processos de tomada de decisão e comunicações mais eficientes.

Os dados que são analisados

Os equipamentos de localização através de GPS ajudam a monitorizar a atividade de máquinas e ativos em qualquer lugar durante o dia de trabalho e a identificar facilmente a sua localização no final do dia. Algumas das funcionalidades disponíveis são a possibilidade de ver no mapa o estado e localização de todos os ativos, visualizar tempo em movimento e em ralenti desnecessário.

Numa ótica de segurança, ao utilizar uma solução de gestão e localização de frotas como o Reveal da Verizon Connect poderá criar alertas automáticos para situações anómalas como entrada e saída de delimitações geográficas ou alertas de movimento sem ignição ligada.

Se pensarmos numa ótica de eficiência as soluções de telemática podem ser utilizadas para identificar áreas já tratadas para ajudar a evitar desperdício de tempo e recursos. Utilizando delimitações geográficas virtuais é possível criar fronteiras virtuais que delimitam localizações importantes, estas podem ser utilizadas com o objetivo de manter equipamentos dentro de áreas que devem ser trabalhadas, podendo ajudar, por exemplo, a dar prioridade a áreas alvo para fertilização e colheita. Da mesma forma podem ajudar a manter tratores e outras máquinas agrícolas fora de áreas que devem ser evitadas.

A frota das empresas a operar nas áreas da agricultura é constituída por viaturas ligeiras e pesadas, e por máquinas e ativos com atividades e funções distintas. Soluções como o Reveal da Verizon Connect poderão ainda ajudar a obter informação sobre consumo de combustível da sua frota agrícola, a reduzir avarias inesperadas, contribuindo positivamente para reduzir o tempo que ativos e máquinas estão em manutenção ou reparação.

Transformar a forma como as empresas agrícolas fazem a gestão da sua atividade e dos seus ativos irá certamente alterar a dinâmica e competitividade do setor, a telemática que através do computador ou do telemóvel, permite gerir as frotas e equipamentos das empresas agrícolas representa apenas uma parte deste esforço de transformação digital, mas é sem dúvida uma solução que pela sua facilidade de utilização e implementação, estará ao alcance dos empresários deste setor.

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Leishmaniose em debate nos podcasts da cam

Comprometida em sensibilizar sobre o conceito de ‘Uma Só Saúde’, a campanha europeia ‘Protect Our Future Too’ lança uma série especial de podcasts sobre saúde animal, humana e ambiental. 

O segundo episódio destes podcasts foi lançado no dia 16 de setembro e tem como tema principal a Leishmaniose e a forma como esta se pode tornar um perigo para a saúde pública. Os podcasts estão disponíveis em healthcarehits.pt e nas plataformas de podcasts (Spotify, Apple Podcasts e Soundcloud).

Devido ao aumento progressivo da temperatura, a época de risco do inseto vetor da Leishmaniose foi ampliada. Esta alteração da temperatura leva a um aumento do tempo de atividade destes insetos, mas também permite que estes vetores  colonizem  áreas onde antes não eram encontrados.

Apesar da existência de uma vacina e de produtos repelentes do inseto que transmite a doença, a Leishmaniose continua a representar uma doença grave a nível global, tendo os tutores de estar atentos aos sinais e sintomas, bem como aplicar medidas de proteção, de forma a quebrar as cadeias de transmissão entre animais, mas também entre animais e humanos.

Esta iniciativa conta com quatro episódios, sobre quatro temas diferentes em torno do conceito ‘Uma Só Saúde’: parasitas externos, leishmaniose, parasitas internos e medidas de proteção para as zoonoses, durante os quais será discutida a ligação entre a saúde animal e a saúde humana e de que forma o meio ambiente pode influenciar esta relação.

Para falar deste tema, contamos com a Dr.ª Patrícia Branco, Médica Veterinária e Vice-Presidente da Associação Portuguesa de Médicos Veterinários Especialistas em Animais de Companhia (APMVEAC), o Dr. André Tomé, Médico de Família e representante da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF) e o Dr. Ricardo Reis dos Santos, Biólogo e Investigador do Centro de Bioética da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa para falar sobre a relação entre o bem-estar animal e humano e o ambiente.

Estes debates pretendem envolver os especialistas em Medicina Veterinária, Medicina Humana e Investigação na área ambiental em torno de uma discussão que tem como finalidade a proteção de tutores e animais de companhia contra o impacto da alteração das estações do ano e o aumento da temperatura. Consciencializar a população para uma prevenção ativa, uma vez que os especialistas reconhecem que os animais, as pessoas e o ambiente fazem parte de um sistema fortemente interligado e que questões como as zoonoses e as doenças infeciosas estão interrelacionadas com a procura pela saúde e o bem-estar global.

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